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Aulas

Aqui estará disponível o material de apoio das aulas.

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> Aula 29.04.2008 [ Arquitetura da Informação]

Hoje, temos como válida a idéia de que vivemos a chamada Sociedade do Conhecimento. A crise contemporânea seria justamente transformar informação em conhecimento. Mais informações deveriam representar mais oportunidades de compreensão do mundo. Mas isso não é o que acontece na prática.

Os Meios de Comunicação de Massa e, principalmente, a Internet despejam em cima de nós volumes cada vez maiores de informação, dados e notícias a velocidades estonteantes. Somos massacrados por um volume de informação impossível de ser processado pelo ser humano.

Foi o arquiteto Wurman que cunhou o termo “arquitetura da informação” em 1960. O arquiteto da informação seria o indivíduo com a missão de organizar padrões de dados e tornar o que é complexo em algo mais claro.

A arquitetura da informação pode ser entendida como a união entre três campos tradicionais: a tecnologia, o design e o jornalismo.

Materiais adicionais:

Quando a arquitetura real e virtual se encontram - artigo publicado no Webinsider.

O site gliffy.com ofere um serviço muito interessante! É uma ferramenta online para a criação de diversos tipos de diagramas. Pode ser bastante útil na hora de organizar o wireframe [traduzindo: esqueleto] de um site.

Elaboração da estrutura - arquitetura da informação e organização do conteúdo no site avellar e duarte.

Lorena Vieira


> Aula 15.04.2008 [ Filme: 1,99 Um Supermercado que vende palavras]

Na aula de hoje, assistiremos o filme de Marcelo Masagão, “1,99: Um Supermercado que vende palavas”. O longa-metragem não pode ser caracterizado como Documentário, já que se utiliza de atores e é uma ficção, mas a discussão apresentada busca, em metáforas, retratar uma situação real e cotidiana.

» Sinopse: O drama nacional escrito e dirigido por Marcelo Masagão trata do desejo, angústia e compulsão por fazer compras, em um supermercado que “vende” conceitos e idéias como família, sucesso e amor. Apresentado na forma de curtas histórias, temos visões interessantes sobre a vida, convivência, violência e outros aspectos da sociedade moderna.

Em um cenário todo branco e sem diálogos, com prateleiras e carrinhos iguais aos de um supermercado, o diretor paulista Marcelo Masagão faz uma reflexão sobre os limites do consumismo.

Há pelo menos uma linha ficcional mais explícita para colocar dentro deste supermercado. Os frequentadores do lugar, homens, mulheres, crianças, velhos e moços, só têm à disposição caixas de vários tamanhos, onde se lêem slogans, frases prontas, palavras ou apenas letras.

Muitas das referências à publicidade são reais e foram usadas com autorização de empresas creditadas nos letreiros iniciais. Não há diálogos, mas cria-se uma série de situações dramáticas onde estas pessoas, também vestidas de branco, se relacionam. Do lado de fora outras tantas, vestidas com as cores e com os níveis de elegância da vida real, que simbolizam os excluídos.

Atenção: Após a exibição do filme, discutiremos os conceitos principais apreendidos. O filme servirá ainda como objeto de análise em um exercício que está disponível na Seção “Trabalhos”. A principal proposta desta atividade é discutir o papel do Marketing em uma era digital e saturada de imagens e mensagens publicitárias.

Lorena Vieira.

> Aula 08.04.2008 [ Marketing Popular Parte 2]

Como combinamos, na aula de hoje discutiremos o Marketing Popular, ou o B24B, aquele voltado às classes populares que – atualmente, representam 80% da população brasileira. Vários jornais online e portais de notícias, publicaram matérias sobre as mudanças de poder de compra das classes sociais brasileiras. Veja as notícias abaixo:

Classe C agora tem mais brasileiros – portal G1

E-commerce: classes C, D, E compram mais

Quase 12 milhões de brasileiros deixam classes D e E em um ano - Folha Online

> Aula 01.04.2008 [ Marketing Popular - Parte 1]

Os alunos que participaram do 19º Seminário de Marketing e Propaganda do Sul da Bahia e assistiram a palestra de Renato Meireles “Marketing Popular”, perceberam que a maior parcela do mercado brasileiro é composto de consumidores das classes C, D e E. Sendo assim, não há como ser líder de vendas sem se comunicar com esse público.

Para auxiliar aqueles que perderam essa palestra, coloco aqui um artigo curto de André Torretta:

4 Bilhões de Pessoas das classes C, D e E. Você conhece?

Pois é, os americanos gostam de rotular tudo, e surge nos últimos anos mais uma nova expressão (ainda muito pouco difundida no Brasil) que é o B24B, que significa Business to Four Billion. Continuou sem entender nada? Esses 4 bilhões de pessoas são as 4 bilhões de pessoas das classes C, D e E existentes em todo o mundo. Os novos consumidores, os novos bilionários anônimos. Essa expressão indica que esses novos consumidores possuem características diferenciadas dos consumidores ricos.


Ou seja, o ecossistema econômico é diferente. É diferente porque os hábitos, os costumes, a educação, a geografia, a arquitetura e principalmente o poder de compra é diferente. Mas diferente como? Diferente na elaboração dos produtos e/ou serviços. Todos da classe média moram em apartamentos ou casas com 2,2 m de pé-direito ou mais. Ou seja, todos os móveis são feitos dentro desse padrão. Na periferia é diferente, não existe um padrão.


Por conta disto alguns fabricantes de guarda-roupas tiveram que fazer produtos menores. O celular pré-pago é um modelo de negócio que tornou possível as classes baixas terem acesso ao telefone. As lan houses surgiram na Coréia para proporcionar um local para os jogos on-line coletivos. Nos países com população pobre, as lan houses servem como acesso aos computadores. Para você ter uma idéia, só na Rocinha (RJ) existem hoje mais de 150 lan houses. Como você pode ver, é necessária a reformatação de produtos e serviços para atender essa gente. Mas e o marketing? Ele também pede mudanças?


Se você pegar uma foto de uma criança da Vila Nova Conceiçao – SP e disser que ela mora em Nova Iorque, Paris ou Hong Kong, todos vão acreditar, e isso acontece porque o topo da pirâmide está globalizado. Mas a base da pirâmide, não. O alicerce cultural da Base da Pirâmide está baseado em valores e hábitos locais. Em São Luís, no Maranhao, um dos refrigerantes mais consumidos é o guaraná Jesus, em Macapá se dança zuck love, o ritmo da moda. Para complicar – mais de 20% da populaçao brasileira é analfabeta funcional, ou seja, lê mas não entende. Entao, amigos, vamos esquecer aquele filme só com letreiros, ou filmes com legenda, se queremos falar com eles. Sejam bem-vindos ao admirável mundo novo do B24B.

André Torreta é consultor em Marketing Político e sócio da República Comunicação. Participou de mais de 30 campanhas no Brasil, Argentina, Portugal e Bolívia; além de prestar assessoria a Senadores, Governadores e Prefeitos. Já foi redator publicitário e Diretor de Criação de inúmeras agências no Brasil.

A discussão da próxima aula será em torno disso. Hoje a aula terá o seu tempo dedicado ao desenvolvimento de um exercício que, considerando esse novo dado do mercado, analisará a linguagem utilizada pela comunicação tradicional e a comunicação digital. A proposta do exercício está na seção “Trabalhos” (Aqui à direita, na área Páginas).

Mãos à obra.

Lorena Vieira.

> Aula 25.03.2008 [Marketing Viral: teoria e técnicas]

Na aula anterior, vimos o conceito e algumas estratégias de Marketing Viral. Hoje, nos aprofundaremos mais nas discussões teóricas sobre o tema, analisando dados sobre o marketing tradicional e as novas ferramentas aplicadas ao antigo WOMM – sigla da expressão americana “Word Of Mouth Marketing”, que em português pode ser traduzido como Marketing “Boca a Boca”.

Material adicional:

Artigo Completo do Seth Godin – O que torna uma idéia viral? [Em inglês]

Artigo Completo do Ralph Wilson – Os seis princípios do MarketingViral [em inglês]

Artigo Completo do Kevin Nalty – Os sete pecados capitais da propaganda por video viral - [Em inglês]

> Aula 18.03.2008 [Marketing Viral: conceito e estratégias]

É certo que as ações de marketing precisam ser cada vez mais criativas para atrair a atenção do público consumidor, que já está habituado aos estímulos das chamadas mídias tradicionais -TV, rádio, revista, jornal, outdoor. Diante disso, é preciso criar estratégias que fujam do óbvio com o cuidado de não serem invasivas. Uma prática que tem se tornado freqüente, é promover a marca em situações/locais onde o público não esteja esperando anúncios, utilizando uma linguagem diferenciada – que promova a marca, mas não seja um anúncio nos moldes tradicionais.

Na aula de hoje discutiremos uma dessas estratégias: o Marketing Viral – conceito, exemplos, princípios e estratégias. O Marketing Viral tem sido cada vez mais utilizado como ferramenta de divulgação de produtos e serviços. Na verdade, o marketing viral não é nada novo, ou melhor, não é um conceito novo, a novidade está nas ferramentas e dispositivos utilizados para alcançar tais efeitos. O Viral nada mais é que o antigo “boca a boca” em uma versão contemporânea. Vejamos do que exatamente se trata.

Aqui abaixo um episódio do Programa Vitrine, exibido na TV Cultura, discutindo o tema.

O Segundo Bloco do Programa está aqui abaixo.

Para entendermos como um viral se espalha veremos alguns episódios do Quadro “Cabral quer Descobrir” do Programa “Reclame” exibido no Multishow.

Vamos ver agora alguns exemplos de marketing viral:

Viral da Antartica

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HotSite Viral da Super Bonder – DM9 cria ação de marketing viral para a Super Bonder. Colaram um monitor, de 11 kg, com Super Bonder na parede, e instalaram uma webcam que transmitia imagens do monitor 24h em um hotsite. Os internautas acampanhavam o “reality show” e mandavam msg instantaneas.

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Buzz Marketing para o lançamento do Filme The Simpsons – a 20th Century Fox lançou um tema oficial para o Firefox que permite personalizar seu navegador com a família maluca de Springfield.

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Na verdade, as ações foram muitas. Mas essa realmente, foi muito interessante:

Por ocasião do lançamento do filme dos Simpsons, programado para o próximo dia 27 de julho, um concurso entre todas as Springfields americanas (são 50 cidades com esse nome nos EUA) decidiu onde ocorrerá a première do longa-metragem. As cidades tinham que mandar vídeos justificando sua escolha, e a vencedora foi a minúscula Springfield de Vermont, no extremo nordeste dos EUA, que conta menos de 10 mil habitantes.

Última das cidades a se inscrever no concurso, a Springfield de Vermont colocou atores locais nos papéis de Bart e Homer Simpson, este último perseguindo uma rosquinha gigante durante cinco inacreditáveis minutos. O vídeo vencedor (e todos os outros concorrentes) podem ser vistos neste link.

Bem, por hoje é só. Na próxima aula, continuaremos discutindo “Marketing Viral”: teoria e técnicas.

Material Adicional

Veja aqui:

O filme completo “Tapa na Pantera

O VT completo “Twix

O Google também entrou na era do viral. Para divulgar o Gmail – serviço de e-mail – o Google realizou um espécie de concurso na internet, onde os usuários deveriam fazer um filme de no máximo 10 segundos, para retratar a viagem de uma mensagem por e-mail. Ao final do concurso, os melhores vídeos seriam escolhidos para montar um único vídeo. Veja o resultado, clicando aqui.

Lorena Vieira.

> Aula 11.03.2008 [Exercício de Análise dos Impactos da Internet sobre os negócios]

A aula de hoje terá o seu tempo dedicado ao desenvolvimento de um exercício de análise dos efeitos da internet sobre negócios que funcionavam apenas off line. A proposta do exercício está na sessão “Trabalhos” (Aqui à direita, na área Páginas).

Atenção: Os alunos ausentes tem uma única oportunidade de entregar o exercício, confiram na sessão “Trabalhos”.

Mãos à obra.

Lorena Vieira.

> Aula 04.03.2008 [Palestra: A W3B]

Apresentação “O Valor da Web” por Allyson Mendes

Na aula de hoje, teremos a presença do Administrador e Gerente de TI, Allyson Mendes. A proposta da palestra é apresentar as potencialidades da Internet como estratégia para novos e “velhos” negócios.

Após a palestra, incluiremos aqui a apresentação de slides e o áudio da palestra para consultas posteriores.

Lorena Vieira.

> Aula 26.02.2008 [A História da Internet/A velha x A Nova Economia: o que mudou?]

Hoje faremos uma viagem no tempo. Conheceremos os primórdios da rede Internet e as previsões a partir dela para o futuro da educação, da sociedade, da cidadania e dos negócios.

Entendendo bem essa engrenagem, poderemos então, passar às discussões sobre as mudanças nos modelos de negócio influenciadas pela rede.

Pra começar, vamos entender como tudo começou. Assista a video-aula “História da Internet“. Disponível aqui abaixo:

Agora assisitiremos ao vídeo “The Machine is/Using US”. Este vídeo foi elaborado pelo Professor de Antropologia, Michael Wesc, da Universidade do Kansas, EUA. A temática gira em torno das evoluções da própria linguagem de programação utilizada nas construções web. Tais evoluções permitem as novas possibiildades da chamada Web 2.0, onde, mesmo sem conhecimentos profundos em linguagem de programação, qualquer usuário pode passar a ser um produtor de conteúdo. As discussões alcançam ainda uma questão apresentada antes mesmo do vídeo começar, no trocadilho do título: “A Máquina somos nós ou A Máquina está nos usando”. Aqui o professor lembra que ao publicar conteúdo, nós estamos “ensinando” a máquina. E esse “aprendizado” pode revolucionar os modos de ser/pensar/agir/comprar ou vender.

Falando em mudanças e evoluções, passamos do presente ao futuro, assistindo ao vídeo “Epic 2015“. Criado em 2004 – originalmente com o nome “EPIC 2014″ – pelos jornalistas americanos Matt Thompson, do Star Tribune, e Robin Sloan, da emissora de TV por satélite Current. O vídeo apresenta previsões para o futuro da mídia e da internet e indica características do perfil dos consumidores em 2015. É certo que são apenas previsões, mas são previsões bastante plausíveis. Vejam e preparem-se para o futuro.

Enfim, o que a Internet mudou? O que há de novo na chamada Nova Economia?

O termo Economia Digital ainda faz alguma confusão e por vezes provoca um “torcer de nariz” a muitos economistas e consultores da velha guarda. Mas, no terreno da prática, novos empreededores criaram com a massificaçao da Internet e com a emergência da World Wide Web, muitos negócios impensáveis há cinco anos atrás. Depois de algum tempo, à margem, esta nova economia ancorada no que se passou a designar por virtual e online começou a ficar mais compreensível. E hoje, coloca-se na ordem do dia a discussão de quais são seus modelos de negócio e de como se ganha dinheiro com ferramentas online.

Material Adicional:

Aqui os links citados na aula.

Estante Virtual – site de vários sebos do Brasil

TAP – site de empresa de linhas aéreas de Portugal

Amazon – site do negócio empreendedor de Jeff Bezos

Guru.com - site de busca e cotação de preços de serviços

Já Cotei – site de cotação de produtos variados

Wayback Machine – “Máquina de voltar no tempo” – O arquivo da Internet. Lá é possível ver layouts antigos de páginas web. É só digitar o endereço, esolher um mês/ano e Take me Back!

NikeID - Site da Nike que permite que você desenhe o seu próprio tênis.

Lorena Vieira.

> Aula 19.02.2008 [As Sete Forças do Marketing Digital]

Cada sociedade tem suas técnicas e suas tecnologias, que não apenas determinam o modo como provém sua subsistência, mas também configura a visão de mundo dos membros dessa sociedade.

Vivemos agora a chamada Era da Informação, ou sociedade informacional. Nossa visão de mundo, nossos padrões e nossa técnica baseiam-se na troca de informações. Para dar conta dessa nova técnica, o homem criou, entre outras tecnologias, a informática – também denominada tecnologia digital -, que oferece a possibilidade de armazenar e distribuir informações de maneira ágil.

Como toda nova tecnologia, a tecnologia digital está alterando significativamente as relações entre as pessoas. Essa modificação também se reflete na maneira como as empresas fazem negócios. As empresas que perceberam esta mudança já foram capazes de alterar suas atividades para atender às novas exigências, e outras fizeram dessa nova tecnologia a razão de seu surgimento e crescimento. Enfim, estamos em um momento de transformação que muitos chamam de New Economy.

Essa mudança na maneira de fazer negócios é radical em muitos segmentos. A adesão ou não a ela pode eliminar empresas do mercado, assim como pode fazer novas empresas surgirem, aproveitando as oportunidades existentes em todo processo de mudança.

A partir desse cenário, iremos estudar hoje as sete forças do marketing digital, ou seja, as sete características inerentes à mídia digital que possibilitam novos modelos de negócio, criando riscos e oportunidades.

Material adicional:

Sobre a temática da Interatividade, indico esse artigo de autoria do Prof. Dr. André Lemos – Facom/UFBA

Anjos Interativos e Retribalização do Mundo

Sobre as imbricações entre Globalização, Internet e Marcas sugiro que dêem uma olhada nessa apresentação de Luiz Márcio Paes Barreto (Business Developer Manager) elaborada para o I Seminário de Marcas no Sul do Brasil. A Apresentação traz dados e discussões interessantes sobre o tema. Aproveitem!

Globalização, Internet e Marcas

Lorena Vieira.

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